Olá pessoal

No sábado passado finalizei a leitura do livro O sol é para todos da Harper Lee, autora que faleceu na semana anterior e simplesmente AMEI o livro. É sensacional! Um livro cheio de bons preceitos para nos passar, vários pontos a analisar e com personagens incríveis e íntegros.

Super recomendo a leitura a todos, independente de idade! É um livro atemporal, narrado por uma criança, Scoult, tentando compreender e absorver as mudanças nas pessoas diante de um fato inusitado: um estrupo de uma mulher branca (o acusado era um negro) e isso na década de 30 lá nos Estados Unidos era realmente um tema polêmico, pois ainda havia segregação.

Atticus Finch, o pai dessas crianças era viúvo e advogado, respeitado por todos da cidade e é designado para defender esse negro, Tom Robinson. Durante todo o livro Atticus se mostrou um homem de bom caráter, convicto de seus valores e muito boa praça. Os conselhos que ele dá aos filhos (Scoult - menina de 6-7 anos e Jem 10 anos) são espetaculares, amei e marquei cada um deles!

"Ainda que tenhamos perdido antes mesmo de começar, são significa que não devamos tentar..."
(página 102)

"- Quase todo mundo acha que está certo e que você é que está errado.
- Essas pessoas certamente têm o direito de pensar assim, e têm todo o direito de ter sua opinião respeitada - considerou Atticus. - Mas antes de ser obrigado a viver com os outros, tenho de conviver comigo mesmo. A única coisa que não deve se curvar ao julgamento da maioria é a consciência de uma pessoa."
(página 135)

Tem várias outras partes legais no livro, mas que não vou transcrever, por isso repito, Leia!!!

O julgamento desse caso de estrupo revelou a índole das pessoas da pequena e aparente pacata cidade de Maycomb, alguns tenderam aos julgamentos preconceituosos e outros se conscientizaram que a situação toda era uma injustiça ao acusado.

Não quero dar spoillers, por isso não vou me aprofundar sobre o julgamento, mas só para terem uma idéia, mesmo sendo inocente, naquela época era inconcebível um negro ser absorvido de uma acusação dessas, por aí, vocês já têm uma idéia de todo o desenrolar da situação. Mas Atticus se manteve incorruptível até o final, mesmo após várias ameaças contra à sua vida e até mesmo das crianças. Houve muita pressão, porem ele se manteve firme em seu senso de justiça e igualdade até o final.

Achei muito legal acompanhar o crescimento e amadurecimento das crianças (o livro todo se passa num período de 3 anos), eram levados e travessos, mas também se espelhavam e respeitavam muito o pai. Tinham uma liberdade a mais, pois não tinham a presença da mãe, mas mesmo assim, todas as brincadeiras e travessuras eram inerentes à suas idades. Até mesmo a obsessão deles (e de Dill, um amigo que passava o verão na vizinhança) em relação à um vizinho recluso era normal, cheios de imaginação próprias das crianças curiosas que eram.

Como eu disse, há muitas coisas legais a serem consideradas nesse livro, mais uma vez, Leia!

Com certeza se tornou um queridinho e favorito para mim.

Quem quiser conferir, tem vídeo resenha lá no canal! Espero vocês.

  • segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
  • 3 Comments
Olá pessoal

Hoje é dia de mostrar os livros que andei adquirindo.

Corre lá no canal do youtube e vejam quanta coisa legal chegou aqui.


Espero vocês lá no canal e fiquem atentos que semana que vem tem sorteio por lá!

beijosss

Leila
Olá pessoal

Voltei com mais um livro finalizado, o dessa vez foi A lua de mel de Sophie Kinsella e preciso dizer que estou bem decepcionada...não sei se é o momento literário que estou vivendo, que pede livros mais densos ou se foi porque a autora errou a mão mesmo nesse daqui, rs, mas definitivamente eu não gostei.

E olha que gosto muito da série da Becky Bloom e ameiii Fiquei com seu número, mas como diz uma amiga, não dá sempre para ser um "oscar" né?! rs

Pelo menos cumpri a leitura do projeto Leitura Inesquecível, já que havia escolhido esse livro para a minha TBR do projeto - no tema verão.

Vamos lá...

Achei Lottie uma aloprada, totalmente sem noção, acho até impossível existir alguém tão avoada e tresloucada...e digo num sentido ruim, que não pesa as consequências de seus atos, leva a vida com frivolidade...afff, achei-a um porre.

A irmã Fliss não fica muito atrás (a loucura deve ser meio que um traço familiar), amarga com o divórcio, controladora e louca louca de pedra, tentando as coisas mais absurdas para atrapalhar a lua de mel da irmã, mesmo estando a quilômetros de distancia; eu a defino em uma palavra: ri-dí-cu-la. kkkk

Pronto, falei!

Nem vou citar os personagens masculinos, o único que salvou o livro foi o Lorcan, o mais normalzinho de todos!

Massss...se você gosta do gênero, leia-o para tirar suas próprias conclusões, para mim não funcionou, mas vai que, né? rs


Ao se dar conta de que o namorado nunca vai pedir sua mão em casamento, Lottie toma uma decisão. Termina o compromisso com ele e diz o tão sonhado sim a Ben, uma antiga paixão, com quem ela havia prometido se casar se ambos ainda estivessem solteiros aos 30 anos. Os dois então resolvem pular o namoro e ir direto para uma cerimônia simples e seguir para a lua de mel em Ikonos, a ilha grega onde eles se conheceram. Mas Fliss, a irmã mais velha da noiva, acha que Lottie enlouqueceu. Já Lorcan, que trabalha na empresa de Ben, teme que o casamento destrua a carreira do amigo. Fliss e Lorcan então elaboram um plano para sabotar a noite de núpcias do casal e impedir que os noivos cometam o maior erro de suas vidas. 


Bom, então é isso por hoje!

bjsss
  • terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
  • 2 Comments
Olá pessoal

Eis que estou começando um novo projeto, bem relax, sem cobrança, porque ele será no ritmo que eu ditar, mas a partir de agora quero ler livros (do começo ao fim) de Crônicas e Contos!

Para dar o pontapé inicial escolhi esse livro do Luis Fernando Veríssimo, é um livro de crônicas, todas divertidas e bem extrovertidas. Foi uma boa escolha, li rapidinho.


Falo mais sobre ele no vídeo e tb no vídeo eu já sinalizo as minhas próximas leituras do projeto.

Segue a resenha do Skoob:
A dobradinha não podia ser melhor. De um lado, as histórias de um mestre do humor. Do outro, o olhar perspicaz de uma das mais talentosas escritoras do país, especialista em literatura para jovens. Ana Maria Machado, leitora de carteirinha de Luis Fernando Verissimo, releu durante meses textos do autor, e preparou uma seleção de crônicas capaz de despertar nos estudantes o prazer e a paixão pela leitura. O resultado pode ser conferido neste livro, uma rara e feliz combinação de talentos, indispensável para a sala de aula. Dessa vez, o autor aparece sentado num banco escolar, arremessando um aviãozinho de papel. A seleção de Ana Maria Machado em Comédias para se ler na escola permite ao leitor mergulhar no universo das histórias e personagens de Verissimo prestando atenção nos múltiplos recursos deste artesão das letras. A habilidade para os exercícios de linguagem ou de estilo pode ser conferida em crônicas como "Palavreado", "Jargão", "O ator" e "Siglas". A competência para desenvolver as comédias de erro está presente em "O Homem Trocado", "Suflê de Chuchu" e "Sozinhos". A mestria para criar pequenas fábulas, com moral não explícita, aparece em "A Novata", "Hábito Nacional" e "Pode Acontecer". A aptidão para resgatar memórias é a marca de "Adolescência", " A Bola" e "História Estranha". E, por fim, o dom para abordagens originais de temas recorrentes revela-se em "Da Timidez", "Fobias" e "ABC". A originalidade e o humor de Verissimo funcionam como o melhor antídoto para quem não gosta de ler, ou melhor, para quem ainda não descobriu o prazer, a aventura, que um livro pode proporcionar.

Com esse livro também participo do Projeto 52em 52 - Semana 18 e Desafio Esquecidos na Estante do Blog Recanto da Mi do mês de fevereiro - livro que saia da zona de conforto / gênero que você menos lê (http://www.recantodami.com/2016/01/desafio-esquecidos-na-estante.html).

Bom, então espero vcs lá no Canal do Youtube.

Beijossss
  • segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
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Olá pessoal

Começando a semana já terminando um livro, o dessa vez é O Bangalô da Sarah Jio, nunca havia lido nada dessa autora e achei mediano. Tipo 3 de 5 estrelas, ela poderia ter explorado mais a Segunda Guerra na história que teria ficado mais denso...fez de uma forma muito leve, longínqua e por isso perdeu pontos na minha opinião.

Achei a personagem principal muito crédula e parada, a amiga pintou e bordou com ela e ela no papel de BFF nunca se aprofundou nas situações, nunca tirou nada a limpo, isso me incomodou, pq sinceramente acho que na vida real ninguém tem esse sangue de barata branca, kkkk

Na minha opinião o livro tinha tudo para ser bom, mas a autora não se aprofundou e deixou tudo muito "agradável" e sem conflito, até mesmo a guerra foi suave, por isso não curti.

Verão de 1942. Anne tem tudo o que uma garota de sua idade almeja: família e noivo bem-sucedidos.
No entanto, ela não se sente feliz com o rumo que sua vida está tomando. Recém-formada em enfermagem e vivendo em um mundo devastado pelos horrores da Segunda Guerra Mundial, Anne, juntamente com sua melhor amiga, decide se alistar para servir seu país como enfermeira em Bora Bora. 
Lá ela se depara com outra realidade, uma vida simples e responsabilidades que não estava acostumada. Mas, também, conhece o verdadeiro amor nos braços de Westry, um soldado sensível e carinhoso.
O esconderijo de amor de Anne e Westry é um bangalô abandonado, e eles vivem os melhores momentos de suas vidas... Até testemunharem um assassinato brutal nos arredores do bangalô que mudará o rumo desta história.
A ilha, de alguma forma, transforma a vida das pessoas, e este livro certamente transformará você.

Bom, é isso por hoje!

Ps: leitura para os projetos Tem que ler mesmo? 52em52, Leitura Inesquecível e Desafio Culto Booktuber.



bjsss
  • terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
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Olá pessoal

Depois do livro Proibido quis ler algo leve, para sair um pouco daquela tensão toda e relaxar um cadinho, aí peguei Um beijo inesquecível da Julia Quinn - o livro 7 da série os Bridgertons, o livro da Hyacinth...

Confesso que esperava mais da história, afinal ela é a mais autentica de todos os irmãos e eu sinceramente queria cenas inusitadas, constrangedoras e hilárias e terminei o livro frustrada, pois nada disso aconteceu.

Achei o mocinho, Gareth bem fraquinho também, insípido na verdade, não houve um romance arrebatador entre eles, peninha.

Masss...como a intenção era espairecer, o livro serviu ao seu propósito. Nessa série da Julia percebi uma coisa, as histórias não seguem um mesmo padrão de "bom ou ruim", alguns livros são ótimos, outros bem mais fracos...porém, bola pra frente.

Agora terminei os 4 livros iniciados e vou ainda hoje separar o próximo lote de 4, rs (a doida)!

Toda a alta sociedade concorda que não existe ninguém parecido com Hyacinth Bridgerton. Cruelmente inteligente e inesperadamente franca, ela já está em sua quarta temporada na vida social da elite, mas não consegue se impressionar com nenhum pretendente. 

Num recital, Hyacinth conhece o belo e atraente Gareth St. Clair, neto de sua amiga Lady Danbury. Para sua surpresa, apesar da fama de libertino, ele é capaz de manter uma conversa adequada com ela e, às vezes, até deixá-la sem fala e com um frio na barriga.

Porém Hyacinth resiste à sedução do famoso conquistador. Para ela, cada palavra pronunciada por Gareth é um desafio que deve ser respondido à altura. Por isso, quando ele aparece na casa de Lady Danbury com um misterioso diário da avó italiana, ela resolve traduzir o texto, que pode conter segredos decisivos para o futuro dele.

Nessa tarefa, primeiro os dois se veem debatendo traduções, depois trocando confidências, até, por fim, quebrarem as regras sociais. E, ao passar o tempo juntos, eles vão descobrir que as respostas que buscam se encontram um no outro... e que não há nada de tão simples – e de tão complicado – quanto um beijo.

Bom, é isso por hoje pessoal!

Beijos

:)
  • quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
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Olá pessoal

Eis que finalizei mais um livro nessa terça-feira de carnaval e esse é daqueles bem polêmicos, densos, tensos e muito muito dramáticos.

A Tabitha Suzuma escreveu sobre uma tema proibido - o incesto - de uma forma sensível, tocante e revoltante, tudo junto e misturado. Ainda estou meio chocada com tudo o que aconteceu durante o desenrolar da história.

O amor de dois irmãos biológicos nos dias atuais, em nossa sociedade atual é algo desprezível, impensável e realmente proibido, mas houve já uma época em que casamentos entre irmãos fazia parte da cultura de alguns povos, mas enfim, NÃO PODE.

Mas como a própria chamada do livro indaga "Como uma coisa tão errada pode parecer tão certa?".

Como mãe e cristã vejo que tudo aconteceu pela desestrutura familiar, pela situação caótica desses irmãos, que tiveram que assumir papéis inerentes à eles: os papéis de pai e mãe de seus outros irmãos, mantenedores, cuidadores e todas as responsabilidades de um casal. Assim sendo acabam querendo viver esse papel na plenitude.

Não tinham uma vida de adolescentes/jovens normais (Locham tinha quase 18 anos e Maya quase 17). Aos poucos foram se entregando a esses sentimentos conflitantes, mesmo tendo a consciência de que era errado.

Mas isso é o meu ponto de vista do livro ehin pessoal...você pode ler e ter uma outra opinião, ok? Não estou aqui para julgar o que é certo ou errado, apenas para deixar as minhas impressões da leitura.

E você, já leu? Gostou? Quais suas reflexões?

Eu demorei muito para ler esse livro, porque achei realmente muito tenso e eu verdadeiramente estava com medo, rs.

Ficava o tempo todo me perguntando como essa história acabaria e no decorrer do livro não conseguia chegar a uma conclusão, não conseguia imaginar o desfecho dessa relação. O final foi realmente surpreendente para mim.

Ela é doce, sensível e extremamente sofrida: tem dezesseis anos, mas a maturidade de uma mulher marcada pelas provações e privações da pobreza, o pulso forte e a têmpera de quem cria os irmãos menores como filhos há anos, e só uma pessoa conhece a mágoa e a abnegação que se escondem por trás de seus tristes olhos azuis.
Ele é brilhante, generoso e altamente responsável: tem dezessete anos, mas a fibra e o senso de dever de um pai de família, lutando contra tudo e contra todos para mantê-la unida, e só uma pessoa conhece a grandeza e a força de caráter que se escondem por trás daqueles intensos olhos verdes.
Eles são irmão e irmã.
Com extrema sutileza psicológica e sensibilidade poética, cenas de inesquecível beleza visual e diálogos de porte dramatúrgico, Suzuma tece uma tapeçaria visceralmente humana, fazendo pouco a pouco aflorar dos fios simples do quotidiano um assombroso mito eterno em toda a sua riqueza, mistério e profundidade.


Vou partir agora para uma leitura mais leve, just for fun! Depois volto!

beijos

<3
  • quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
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Olá Pessoal

Olha eu de volta! Dessa vez vim falar sobre o livro "As memórias do livro" - Romance sobre o manuscrito de Sarajevo da Geraldine Brooks. Foi uma leitura para o Projeto Tem que ler mesmo, que em janeiro e fevereiro pedem leituras relacionadas à Oceania...já havia lido Baia da Esperança (Jojo Moyes) que se passa na Austrália, e dessa vez escolhi uma autora australiana, que teve um outro livro premiado pelo Pullitzer de Ficção (O Senhor March). Nunca havia lido nada da autora que também é uma jornalista e posso dizer que gostei bastante, tanto que já consegui trocar no Skoob o citado livro premiado.

Mas vamos ao que interessa...

Gostei muito da dinâmica do livro, intercalando presente e passado, a autora inclui tipo uns contos para cada situação do passado, com personagens novos e datas diferentes, passeamos pela Inquisição, Segunda Guerra Mundial, Guerra Civil Bósnia e outros cenários, como a Espanha. Sempre tendo como pano de fundo o livro Hagadá, que é a história do exudus dos judeus. Realmente muito interessante tudo o que nos é apresentado. Porém vale ressaltar que a autora mesclou fatos históricos com ficção, assim sendo não temos fatos completamente reais sobre as andanças desse manuscrito.

A personagem central é a restauradora austríaca de livros antigos Hanna, eu gostei muito dela, porém andei lendo altas críticas falando sobre sua frieza e superficialidade nos relacionamentos. Eu porém a vi com outros olhos, uma pessoa que sabe o que quer e não tem medo de buscar aquilo que lhe dará prazer, sem assumir compromissos, vemos essa atitude em tantos homens, mas quando é uma mulher que o apresenta, logo é crucificada. Mas enfim...esse livro não era realmente sobre relacionamentos amorosos, e sim sobre o relacionamento das pessoas com o livro, como cada dono em épocas diferentes deixou a sua marca nele, como várias pessoas se expuseram ao perigo para salvá-lo. Então para mim, o papel de Hanna é secundário.

Acima de tudo é uma história que mostra como as pessoas amam os livros, independente de religião, cor, raça e etc...uma verdadeiro amante da literatura vê valor em todos os livros. Para mim essa foi a mensagem mais forte do livro.

Bom pessoal, foi uma leitura contemporânea diferente, do tipo que quero ler mais...tenho percebido um aumento no número de livros bobinhos lidos e menos livros de conteúdo, mais analíticos e densos, enfim, um novo projeto tomará forma de agora em diante, adquirir somente leituras com conteúdo mas pragmático.... Mas bora ler, sempre!

Obs: só queria deixar um adendo aqui referente à edição desse livro, achei muitos, mas muitos erros nele, uma pena, deveriam ter tido mais cuidado nisso.

Da Espanha de 1480 até a enfraquecida Sarajevo de 1996, um livro sagrado de valor incalculável é caçado por fanáticos políticos e religiosos. Seu destino está nas mãos de uma talentosa conservadora de livros a charmosa protagonista Hanna, e sua recuperação resulta em um mistério histórico arrebatador.

Quando Hanna é chamada a Sarajevo para examinar o Hagadá, um código judaico do século XV que havia desaparecido durante a guerra da Bósnia, ela não pode acreditar que um documento tão maravilhoso estava preservado depois de tantas guerras e tanto preconceito. A partir de pistas encontradas no próprio manuscrito uma asa de inseto, manchas de vinho e um pêlo branco Hanna desvenda uma série de enigmas fascinantes e reconstrói as memórias do livro. E o resultado é um verdadeiro épico, uma corrida contra o tempo para revelar o passado e dar espaço à crônica da história do livro, enquanto Hanna procura a cura para uma criança vítima da intolerância da guerra, um amor impossível, sua própria identidade e proteção: do Hagadá e de sua própria vida.

Beijos e até logo!

<3
Olá pessoal

Consegui ler um livro de ontem para hoje, mesmo passando o dia em um churrasco, interagi um pouco, li um cadinho na beira da piscina e finalizei agorinha!

Esse livro é da Sophie Kinsella escrevendo como Madeleine Wickham e segue uma linha mais séria dos livros da Sophie, de repente foi até por isso que ela usou um pseudônimo...Eu até que gostei do livro, não é nenhuma brastemp de livro e passa longe daquelas histórias divertidas, esse é um romance mais pro drama, explorando um pouco os relacionamentos humanos, casamentos desgastados, crises por contas de desemprego, pais ausentes, infidelidade e temas como esses.

De um modo geral a leitura foi válida, muito fluida e com certeza um livro para o projeto Leitura Inesquecível (Verão Inesquecível) pois a história toda se passa em uma villa na Espanha nas férias de verão de duas famílias, que de uma certa forma tem suas vidas entreçaladas.

Fica a dica para quem quiser conhecer um livro mais sério da Sophie, sei que ela lançou outros dois sob esse pseudônimo, mas ainda não os li.

Chloe precisa de férias. Philip, seu marido, está obcecado com a possibilidade de ser demitido. Hugh não é um homem satisfeito. Amanda, sua mulher aparentemente perfeita, parece se importar mais com a reforma da casa que com ele. Talvez uma semana de férias possa mudar isso...
As duas famílias levam um susto quando se veem juntas numa casa no sul da Espanha, emprestada por um amigo em comum. A primeira questão a ser resolvida é a divisão de quartos. O que Philip e Amanda não sabem, no entanto, é que Chloe e Hugh foram apaixonados um pelo outro no passado – e que talvez essa confusão não tenha sido uma simples coincidência.

Bom, por enquanto é isso pessoal. Espero conseguir ler mais coisas nesse carnaval. Bora "folhear"

beijosss

<3
Olá pessoal

Boa sexta-feira pré carnaval para todos, por aqui a folia é no sofá com meus livros, kkkk, odeio carnaval, mas amo os dias de descanso, dá pra ler bastante e colocar os seriados em dia.

Mas vamos ao que interessa, terminei nessa madrugada mais um livrinho de banca, O rapto da Gêmea e foi bem gostosinho de ler, história fofinha. Gostei muito dos personagens centrais.

Leiturinha relax!!!

Escócia, 1559

Bem tarde, numa fria noite da Escócia, Aliss é chamada à cabeceira de um clérigo adoentado. De repente, suas mãos são atadas e ela é erguida sobre o ombro de alguém, raptada por Rogan, do clã Wolf!

As habilidades de cura de Aliss são lendárias, e Rogan precisa delas para salvar seu clã, que está sendo assolado por uma terrível epidemia. Contudo, a última coisa que ele poderia esperar era que aquela jovem encantadora ousasse desafiá-lo. Aliss se recusa a obedecer às ordens de Rogan, até que ele promete levá-la de volta a seu povo, assim que ela cumprir sua incumbência. No entanto, cada momento de êxtase ao lado de Aliss só intensifica o desejo de Rogan. Logo os papéis se invertem, e ele passa a ser o cativo naquele jogo de sedução. Mas quando Aliss finalmente descobrir o verdadeiro motivo de sua captura, Rogan conseguirá provar que seu sentimento é sincero, ou aquele amor será destruído para sempre?...



Bom, então é isso, vou tentar fazer uma maratona literária nesses dias de carnaval, vamos ver se dará certo!

bjsss

<3
Olá pessoal

Como havia comentado no post do Book Haul, alguns livros mostrarei em vídeos e outros através do já conhecido Chegou aqui...

Esses que vou mostrar hoje são livros do ano passado ainda, que fotografei mas me esqueci de postar, hehehe

Vejamos:


* O leitor do trem das 6h27 - Jean Paul Didierlaurent (já o li e fiz resenha aqui no blog)

* O diário de Helga - Helga Weiss

* Os óculos de Heidegger - Thaisa Frank

* Trem noturno para Lisboa - Pascal Mercier

* A visita cruel do tempo - Jennifer Egan

* Os últimos dias de nossos pais - Joel Dicker

* O dia seguinte - Rhidian Brook

* Box da Saga Encantadas - Sarah Pinborough


Bom, então é isso por hoje!

beijos e bom feriadão de carnaval

:)
Olá pessoal

Fiz um vídeo dos livros lidos e nele falo especificamente sobre O rouxinol e O menino da lista de Schindler!

Espero vcs lá no youtubeeee


Olá pessoal

Voltei com mais um livro lido e dessa vez li o primeiro livro da Jojo Moyes - Baía da Esperança.

Posso dizer que gostei muito desse livro, mas muito mesmo, achei os personagens muito densos, com relações humanas fortes e complicadas, a Jojo explorou muito as personalidades deles nesse livro e o resultado foi um livro muito bom.

Ao mesmo tempo que é denso, é leve por um outro lado...a vida simples das pessoas de Baía da Esperança, a vida dos pescadores, observadores de baleias...enfim, pessoas comuns vivendo vidas comuns e apreciando o que a vida tem de melhor: crianças brincando na praia, aquela cerveja gelada com os amigos no final de um dia de trabalho ao mar...enfim, achei isso sensacional. Essa idéia de que é tão fácil ser feliz com uma rotina assim, junto à natureza, em uma comunidade pequena e unida pelo seu amor e respeito ao mar e toda a vida marítima.

Bom...quando eu falo demais fica claro que é porque eu gostei né? hehehe

Eu indico! Não li muito rápido, pq intercalei com outras leituras, mas foi um livro que me fez rir e me fez chorar.

Quando Mike Dormer parte de Londres para uma pequena cidade litorânea da Austrália, a fim de impulsionar a construção de um resort de luxo, vislumbra apenas mais um contrato milionário que lhe permita subir outro degrau da escada empresarial. O destino, porém, lhe reserva algo diferente. Baía da Esperança não é uma cidadezinha qualquer, e as tripulações de observação de baleias, lideradas pela enigmática marinheira Liza McCullen, logo vão se revoltar contra o apetite predatório do forasteiro Mike. Quando a megaconstrução começa a ganhar vida, e então se revelam os efeitos na fauna local, os mundos de Liza e Mike se chocam, com resultados dramáticos. Perigos inesperados irão confrontar os nativos, sejam eles criaturas marinhas ou seres humanos. E Mike se vê obrigado a responder à pergunta que paira sobre Baía da Esperança: até onde se pode chegar, antes de acabar por destruir o que se ama?

Bom, é isso, bora pro próximo, heheh

bjsss

Leila
Olá pessoal

Bora começar fevereiro com um livro já lido, kkkk, tá certo que eu realmente o li em janeiro e só terminei agorinha há pouco, mas tá valendooo, que rufem os tambores e bora sambar nos livros nesse fevereiro de Deus!

Quem me conhece sabe que eu simplesmente odeio carnaval e desde que me mudei para Araruama - Região dos Lagos do Rio de Janeiro nao saio nem de casa, pq a cidade fica caótica, supermercados faltando tudo, de carne a coca cola zero! Humpf! Então meus carnavais são literários ou então nas maratonas de seriados (outra coisa que também amo).

Mas vamos ao que interessa! Esse livro é um wedding-lit super super fofo, uma delicia de ler, leve, descontraído e mega fluido. Se você quiser um livro para ser feliz, é uma ótima pedida.

Amei a personagem principal desse livro e principalmente a sua mãe, uma peça, kkkk


Quando Evie Hart aceita ser dama de honra de sua melhor amiga, ela percebe que isso é o mais perto que conseguirá chegar do altar. Até hoje, aos 27 anos, Evie nunca viveu um grande amor.

E, por ironia do destino, todos a seu redor, inclusive sua própria mãe, estão com os dias de solteiro contados. Ela treme só de pensar nos inúmeros casamentos que tem pela frente! Mas sua fobia de relacionamentos pode ter cura. Um convidado especial, que está sempre presente nas cerimônias, é capaz de fazer com que ela queira ser um pouco mais do que dama de honra.

Bom, por enquanto é isso pessoal!

Beijos e bom fevereiro para todos nós...
  • segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
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